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the Degree Confluence Project
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Brazil : Tocantins

21.6 km (13.4 miles) ENE of Aldeia do Meio Carajá, Tocantins, Brazil
Approx. altitude: 188 m (616 ft)
([?] maps: Google MapQuest Multimap world confnav)
Antipode: 7°N 131°E

Accuracy: 1.4 km (1476 yd)
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#2: Entrada da fazenda - Farm entrance #3: Placa na entrada da fazenda - Plate at farm entrance

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  7°S 49°W (incomplete) 

#1: Sede da fazenda - confluência 2.500 metros adiante - Farmhouse - confluence 2,500 meters ahead

(visited by José Eduardo Guimarães Medeiros, João Vítor Rodrigues Alves Medeiros and Simone Rodrigues Alves Medeiros)

English

28-mar-2015 -- No dia 28 de março, resolvi fazer com a família mais uma viagem de busca a confluências. Saímos de carro de Marabá no sábado de manhã, dormimos na cidade de Araguaína, no estado do Tocantins, distante 280 quilômetros de casa, e voltamos no domingo. Esse tipo de viagem eu costumo usar para alcançar confluências de “distância média”, em contraposição às viagens de distância curta, nas quais eu vou e volto no mesmo dia, e às de distância longa, nas quais eu tenho que passar toda a noite viajando de ônibus, alugar um carro no local de destino para realizar as visitas, e, à noite, pegar novamente um ônibus de volta para casa, passando novamente a noite toda viajando.

Esta é a quarta vez que faço uma viagem desse tipo, de distância média. A primeira vez foi em outubro de 2010, quando eu visitei duas confluências em Minas Gerais, cujo relato inicia-se na confluência 19S 42W. A segunda vez foi em dezembro de 2011, quando eu visitei três confluências em São Paulo, cujo relato inicia-se na confluência 21S 49W. E a terceira vez foi em fevereiro de 2014, quando eu visitei duas confluências no Ceará, cujo relato inicia-se na confluência 6S 40W.

Após essas três viagens muito bem-sucedidas, nas quais todas as confluências planejadas foram alcançadas, eu não esperava que, desta vez, eu teria um resultado tão ruim. Não consegui concretizar nenhuma visita, e ainda tivemos um grande contratempo na segunda tentativa. De qualquer forma, como estas confluências nunca foram visitadas por ninguém, vale a pena eu fazer o registro das tentativas, para que futuros visitantes possam ter alguma informação útil a respeito delas.

Saímos de Marabá no sábado por volta das 8 horas e seguimos viagem pela BR-230, a rodovia Transamazônica, para em seguida pegar a BR-153 até a cidade de São Geraldo do Araguaia, onde pegamos uma balsa para atravessar o rio Araguaia, na divisa entre os estados do Pará e do Tocantins. Há uma foto dessa travessia na visita que fiz à confluência 15S 56W, em janeiro, quando passei pela balsa de ônibus.

Após a travessia, seguimos pela rodovia TO-164 até o entroncamento com a TO-222. Antes, porém, paramos na estrada para tomar um lanche, uma vez que já passava do meio-dia. A partir da TO-222, ao invés de seguir para Araguaína, seguimos na direção contrária, em direção à primeira confluência da viagem. Um detalhe que marcou toda a nossa viagem é que as rodovias estaduais do estado do Tocantins, as TOs, estavam em péssimas condições, com muitos buracos. Já as rodovias federais, as BRs, dentro desse mesmo estado, estavam em excelentes condições.

Passamos pela cidade de Santa Fé do Araguaia, a última antes da confluência, e paramos o carro em frente à fazenda Mata Grande. Segundo as informações que levantei a partir das imagens de satélite, a confluência fica dentro desta fazenda, a cerca de 4 quilômetros do ponto onde estávamos.

Na entrada da fazenda, a porteira estava aberta, e encontramos várias placas, algumas que nos incentivava a entrar, como a que dizia “Trabalhadores e pessoas honestas serão bem-vindos” e outras que nos deixavam receosos, como “Cuidado! Pitbull”. Decidimos por entrar e, logo que encontramos a primeira pessoa, informamos que queríamos conversar com o dono da fazenda. Fomos instruídos para seguir em frente, até a primeira sede da fazenda.

Chegando à primeira sede, deixei o carro e segui em frente a pé, abrindo a porteira e me aproximando de uma pessoa. Fui muito bem recebido, mas, quando eu disse que queria avançar por mais uns três quilômetros por dentro da fazenda para tirar fotos, ele não permitiu, mesmo após alguma insistência. Ele disse que era apenas o gerente da fazenda e que eu só poderia seguir em frente se tivesse autorização do proprietário. Como na fazenda não havia sinal de celular, a única coisa que eu pude fazer foi anotar o número do telefone do proprietário, com o intuito de ligar para ele posteriormente.

Voltamos para a rodovia. Quando eu analisei as fotos de satélite da região, percebi que havia uma outra alternativa de chegar à confluência, seguindo pela rodovia e chegando até um ponto onde se inicia uma trilha que segue diretamente em direção à confluência. Seguimos até esse local da rodovia, mas não encontramos nenhum acesso fácil. A falta de acesso e o fato de já termos sido proibidos de tirar fotos sem permissão nos levou a decidir por não investir nessa nova alternativa.

Segundo as estimativas que fiz nos dias seguintes, no ponto em que eu conversei com o gerente da fazenda nós estávamos a 2.500 metros em linha reta da confluência. E no ponto da rodovia que se inicia a suposta trilha nós chegamos a estar a 1.350 metros do ponto exato.

Fiz o caminho de volta até a cidade de Santa Fé do Tocantins. Ao chegar lá, eu liguei para o número informado e, para minha surpresa, não era o número correto. Não sei se o gerente da fazenda me forneceu o número incorreto propositadamente ou não. De qualquer forma, não havia mais nada a fazer. A única alternativa seria tentar, futuramente, descobrir por conta própria o número do proprietário, para pedir autorização. Segundo a placa que foi colocada na entrada da fazenda, o proprietário se chama Gerson Spindola.

Seguimos viagem em direção a Araguaína e chegamos lá por volta das 17 horas. Nos hospedamos em um hotel, jantamos e passamos a noite.

Esta narrativa continua na segunda visita frustrada da viagem, à confluência 7S 48W.

English

28-Mar-2015 -- On 28 March, I decided to make other trip to find confluences with my family. We left Marabá city, Pará state, Saturday morning, by car, we slept at Araguaína city, Tocantins state, 280 kilometers far from home, and we came back at Sunday. I named this kind of trip as “middle distance”, in opposition to short distance ones, in which I go and come back at the same day, and in opposition to long distance ones, in which I must spend all night traveling by bus, rent a car at the destination in order to visit confluences and, at night, catch other bus coming back home, spending all night again.

This is the fourth time in that I make a trip of this kind, with middle distance. The first one was at October 2010, when I visited two confluences in Minas Gerais state, which narrative starts on 19S 42W confluence. The second one was at December 2011, when I visited three confluences in São Paulo state, which narrative starts on 21S 49W confluence. And the third one was at February 2014, when I visited two confluences in Ceará state, which narrative starts on 6S 40W confluence.

After these three very successful trips, in which all planned confluences were achieved, I didn’t think that, at this time, the result would be so bad. I didn’t get any successful visit, and we still had a big contretemps at the second attempt. In any case, as these confluences wasn’t ever visited by anyone, it’s worth to register the attempts, in order to help future visitors with useful information about them.

We left Marabá at Saturday about 8:00, we headed by BR-230, the Transamazônica highway, and then we caught BR-153 highway up to São Geraldo do Araguaia city, where we caught a ferry to cross Araguaia River, at the line between Pará and Tocantins states. There is a photo of this ferry crossing in the narrative of 15S 56W confluence, which I made at January, when I cross it by bus.

After crossing the river, we headed by TO-164 highway up to TO-222 highway. Before there, however, we stopped to take a snack, because it was after noon. From TO-222, instead of heading to Araguaína, we take the opposite direction, heading to the first confluence of the trip. A highlight of the trip is that the state owned highways of Tocantins state, the TOs, are in very bad condition. In the other hand, the federal highways of the same state, the BRs, are in excellent condition.

We passed by Santa Fé do Araguaia, the last city before the confluence, and we stopped the car in front of Mata Grande farm. According to the information of satellite photos, the confluence lies inside this farm, about 4 kilometers from the point in that we are.

At farm entrance, the gate was open, and we found several plates, some of them inviting us to enter, as the plate that says “Trabalhadores e pessoas honestas são bem-vindos” (“Workers and honest people are welcome”) and others making us afraid, as the plate that says “Cuidado! Pitbull” (“Warning! Pitbull”). We decided to enter and, when we found the first person, we informed him that we wanted to talk with the farm owner. He instructed us to go ahead, up to the first farmhouse.

When we arrived there, I left the car and I headed on foot, opening the gate and approaching to one person. He received me with much hospitality, but, when I saw that I wanted go ahead about three kilometers inside the farm in order to take photos, he denied it, even with some insistence. He saw that he is the farm manager and I only could go ahead with authorization of the owner. As the farm hasn’t cell phone reception, the only thing to do was take note of cell phone number of the owner in order to call him ago.

We came back to the highway. When I analyzed the satellite photos of the region, I realized that there was other alternative to go up to the confluence, following by the highway and arriving at a point where starts a track, that heads straight to the confluence. We followed up to this place of the highway, but we didn't find any easy access. The lack of access and the fact that we was already prohibited to take photos without permission makes us to decided not to continue with this new alternative.

According to the estimation that I made in the following days, at the point in that I talked with the farm manager we were 2,500 meters beeline to the confluence. And at the point of the highway in that the supposed track starts, we were 1,350 meters to the exact point.

We make all the way back to Santa Fé do Tocantins. When arriving there, I call the informed number but, to my surprise, it wasn’t the correct number. I don’t know if the farm manager informed me the wrong number purposely or not. In any case, there wasn’t anything more to do. The unique option would be to try, in the future, to discover the correct number by myself to ask permission. According to the plate positioned in front of the farm, the name of the owner is Gerson Spindola.

We headed to Araguaína and we arrived there about 17:00. We had dinner and we spend the night in a hotel.

This narrative continues on 7S 48W attempt.


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#1: Sede da fazenda - confluência 2.500 metros adiante - Farmhouse - confluence 2,500 meters ahead
#2: Entrada da fazenda - Farm entrance
#3: Placa na entrada da fazenda - Plate at farm entrance
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