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the Degree Confluence Project
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Brazil : Acre

35.5 km (22.0 miles) ESE of Manuel Urbano, Acre, Brazil
Approx. altitude: 199 m (652 ft)
([?] maps: Google MapQuest Multimap world confnav)
Antipode: 9°N 111°E

Accuracy: 5 m (16 ft)
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#2: Visão sul - south view #3: Visão oeste - west view #4: Visão norte - north view #5: Visão leste - east view #6: GPS #7: Confluência 400 metros adiante - confluence 400 meters ahead #8: Estrada de terra que dá acesso à confluência - dirt road that accesses the confluence #9: Início da estrada de terra - beginning of dirt road

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  9°S 69°W  

#1: Visão geral - general view

(visited by José Eduardo Guimarães Medeiros)

English

17-Dez-2017 -- Esta narrativa é uma continuação da visita à confluência 10S 68W.

Após a visita à primeira confluência do dia, próxima a Rio Branco, eu ainda não havia decidido qual confluência visitaria na parte da tarde. Eu tinha como opções duas confluências em direções opostas: a confluência 9S 69W, na direção oeste, que era bem mais distante e parecia mais difícil, mas que tinha a vantagem de ser uma confluência inédita, e a confluência 10S 67W, na direção leste, mais próxima e mais fácil, mas já visitada anteriormente por outra pessoa.

A decisão final acabou sendo tomada pela chuva. No caminho de volta após a primeira confluência, eu peguei uma chuva muito forte na rodovia, e, quando retornei a Rio Branco, percebi que a chuva estava na direção leste. Por causa disso, optei pela visita à confluência que estava do lado oposto.

Segui viagem na direção oeste, pela BR-364. Passei pela cidade de Sena Madureira, segui em frente e virei à esquerda em uma estrada de terra, após percorrer cerca de 180 quilômetros. Esta rodovia, que liga a capital do Acre às suas últimas cidades ao oeste, estava em péssimas condições em alguns trechos, com muitos buracos, e em outros trechos, ela já estava recuperada e em melhores condições.

O trecho em estrada de terra, de pouco mais de 3 quilômetros, estava em condições muito boas. Segui sem dificuldade até parar o carro a 400 metros do ponto exato. O acesso à confluência acabou se revelando muito mais fácil do que o esperado, uma vez que, pelas fotos de satélite, não era possível saber se esse trecho de estrada de terra poderia ser feito de carro ou teria de ser feito a pé.

Iniciei a caminhada por um trecho de mato. Nesta nova caminhada, minha maior preocupação era que eu estava caminhando entre duas casas de campo, e muito próximo de ambas, de modo que era inevitável que alguém me visse ali. Fui caminhando tranquilamente e ninguém se aproximou para saber o que eu estava fazendo. Nestas condições, o melhor é evitar qualquer contato, pelo menos no caminho de ida, uma vez que uma eventual permissão negada para seguir em frente pode provocar a perda da visita. Contatos com moradores, se for o caso, devem ser feitos apenas no caminho de volta, quando a confluência já estiver registrada.

O caminho também tinha um pouco de gado, mas ele não estava tão próximo como na confluência anterior. Os metros finais foram um pouco mais difíceis, em um terreno mais íngreme e com mato mais alto. Com alguma dificuldade, cheguei até o ponto exato e zerei o GPS, pela primeira vez nesta viagem.

Esta é uma confluência inédita e a confluência mais a oeste que já visitei até hoje. Ela é também, ao lado da confluência 11S 69W, a confluência mais a oeste dentre todas as confluências já visitadas no Brasil. Existem outras confluências ainda mais a oeste, nos meridianos 70W até 73W, mas estas nunca foram visitadas por ninguém. Este comentário me lembra um comentário muito parecido que fiz na narrativa da visita 4N 61W, em Roraima. Naquela oportunidade, eu comentei que aquela era a confluência mais ao norte dentre todas as confluências já visitadas no Brasil, e que havia uma confluência ainda mais ao norte, mas que ainda não tinha sido visitada por ninguém.

Após a visita, fiz todo o longo caminho de volta até Rio Branco. Quando cheguei, já estava anoitecendo. Fui para um hotel, tomei banho, saí para jantar e dormi muito cedo, por volta das 20h. Após duas noites mal dormidas, muitas horas de viagem de avião, de ônibus e de carro e três confluências visitadas, eu estava muito cansado.

Esta narrativa continua na visita à confluência 10S 67W.

English

17-Dec-2017 -- This narrative continues from 10S 68W.

After the first confluence visit of the day, near Rio Branco city, capital of Acre state, I hadn’t yet decided which confluence I would visit in the afternoon. I had two confluences to choose, in opposite directions: the 9S 69W one, in west direction, which was farther and looked like harder, but which had the advantage of never been visited, and the 10S 67W one, in east direction, nearer and easier, but already visited by someone.

The final decision was taken by the rain. When coming back after the first confluence, I caught a thunderstorm on the highway and, when I arrived at Rio Branco, I realized that the rain was coming from east. Because of this, I opted to visit the confluence in the opposite direction.

I headed to west, by BR-364 highway. I passed by Sena Madureira city, went ahead and turned left on a dirt road, after driving by 180 kilometers. This highway, which joins the capital of Acre and its last cities on west, was in very poor condition in some legs, with many holes, and in other legs, it was already recovered and it was in better condition.

The dirt road leg, a bit more than 3 kilometres long, was in very good condition. I headed easily up to stop the car 400 meters to the exact point. The access to the confluence was much easier than expected, because it wasn’t possible to know, by satellite photos, if this leg in dirt road was drivable or it must be won hiking.

I started the hike by the bush. In this new hike, my main concern was that I was hiking between two country houses, and very near of them, and it was unavoidable to be seen by someone. I hiked quietly and no one gathered to me to know what I was doing there. In this condition, it’s better to avoid any contact, at least when going, because an eventual denied permission to go ahead can make the loss of the visit. Contacts with residents, if this is the case, must be made only when coming back, after the registering of the confluence.

The way had also a bit of cattle, but it wasn’t as near as in the previous confluence. The final metres were harder, in a steeper terrain and with taller bush. With any hardness, I arrived up to the exact point and got all GPS zeroes, for the first time in this trip.

This is an unvisited confluence and the most western that I had already visited until now. It is also, beside 11S 69W confluence, the most western confluence of all visited confluences of Brazil. There are other confluences more western in the country, in the meridians 70W up to 73W, but these weren’t visited yet. This comment makes me remember a very similar comment that I made in the narrative of 4N 61W visit, in Roraima state. In that opportunity, I commented that that was the most northern confluence of all visited confluences of Brazil, and that there was other confluence more northern in the country, but which weren’t visited yet.

After the visit, I made all the way back up to Rio Branco. When I arrived, the night had fallen. I went to the hotel, took a shower, went to dinner, and slept very early, about 20:00. After two barely slept nights, many hours of plane trip, bus trip, and driving the car and three visited confluences, I was very tired.

This narrative continues on 10S 67W.


 All pictures
#1: Visão geral - general view
#2: Visão sul - south view
#3: Visão oeste - west view
#4: Visão norte - north view
#5: Visão leste - east view
#6: GPS
#7: Confluência 400 metros adiante - confluence 400 meters ahead
#8: Estrada de terra que dá acesso à confluência - dirt road that accesses the confluence
#9: Início da estrada de terra - beginning of dirt road
ALL: All pictures on one page (broadband access recommended)