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the Degree Confluence Project
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Brazil : Tocantins

20.9 km (13.0 miles) SE of Patizal, Tocantins, Brazil
Approx. altitude: 264 m (866 ft)
([?] maps: Google MapQuest OpenStreeMap ConfluenceNavigator)
Antipode: 12°N 131°E

Accuracy: 5 m (16 ft)
Quality: good

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#2: Visão sul - south view #3: Visão oeste - west view #4: Visão norte - north view #5: Visão leste - east view #6: GPS #7: Confluência 330 metros adiante - confluence 330 meters ahead #8: Parei o carro embaixo de uma árvore - I stopped the car under a tree #9: Meu companheiro de viagem - my partner in the trip

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  12°S 49°W (visit #2)  

#1: Visão geral - general view

(visited by José Eduardo Guimarães Medeiros)

English

19-dez-2018 -- No dia 8 de dezembro de 2018, eu completei dez anos visitando confluências. Ao longo desses dez anos, eu visitei um total de 125 confluências, o que perfaz uma média de 12,5 confluências por ano, ou pouco mais de uma por mês. O primeiro ano foi o que teve maior número de visitas, com 20, e o nono ano foi o que teve o menor número, com 7. Nessa primeira década de prática desse hobby eu consegui visitar pelo menos uma confluência em cada um dos 27 estados brasileiros, além de realizar visitas também na França, no Paraguai, na Argentina e na Itália.

O mês de dezembro de 2018 traz também um outro marco importante. Nesse mês, eu fiz minha quarta mudança de cidade desde que comecei a visitar confluências, o que me permitirá, a partir de 2019, começar uma nova série de visitas a confluências em uma região completamente nova para mim. Conforme eu já citei em ocasiões anteriores, as minhas mudanças periódicas de cidade representam um importante facilitador da expansão de minha lista de confluências visitadas. Se, ao longo desses últimos dez anos, desde que eu comecei a visitar confluências, eu tivesse morado sempre na mesma cidade, certamente eu não teria conseguido visitar 125 confluências.

Quando eu comecei a visitar confluências, em dezembro de 2008, eu morava em Contagem, Minas Gerais. Ao longo de um ano e onze meses, até novembro de 2010, morando nesta cidade, eu visitei 31 confluências.

A partir de novembro de 2010, eu passei a morar em Poços de Caldas, Minas Gerais. Ao longo de um ano e quatro meses, até março de 2012, eu visitei outras 17 confluências.

A partir de março de 2012, eu passei a morar em Fortaleza, Ceará. Ao longo de dois anos e sete meses, até outubro de 2014, eu visitei outras 30 confluências.

Finalmente, a partir de outubro de 2014, eu passei a morar em Marabá, no Pará. Ao longo de quatro anos e dois meses, até dezembro de 2018, eu visitei outras 47 confluências.

Analisando a média de visitas de cada cidade em que eu morei, a cidade de Contagem registra uma média de 1,3 visita por mês, um pouco maior do que as outras. Esse fato, associado ao fato já citado de que o primeiro ano foi o que eu registrei o maior número de visitas, demonstra que eu tive uma grande empolgação inicial com esse hobby, para, em seguida, eu estabelecer um ritmo mais consistente e sustentável, ainda que um pouco menos intenso. As médias registradas nos outros três locais em que eu morei foram 1,1 visita por mês em Poços de Caldas, 1,0 visita por mês em Fortaleza e 0,9 visita por mês em Marabá. Embora esses números representem sempre uma queda, ela é muito suave e indica quase uma continuidade no ritmo.

Chama a atenção o fato de eu ter morado mais de quatro anos em Marabá e, ainda assim, eu conseguir manter a média. Isso demonstra que, no ritmo que eu adoto, leva muito tempo até que todas as confluências relativamente próximas de casa se esgotem. E, de fato, ainda havia uma última confluência relativamente próxima de minha casa em Marabá que eu ainda não havia visitado e pretendia ir até lá, caso não tivesse me mudado. Trata-se da confluência 6S 47W, que eu tentei visitar em agosto de 2015, mas não consegui. Se eu tivesse realizado essa visita e continuasse a morar em Marabá, aí, sim, meu ritmo provavelmente começaria a registrar uma queda expressiva, por falta de confluências ainda não visitadas relativamente próximas de casa.

A nova mudança de cidade ocorreu durante as minhas férias e também durante as férias escolares, o que tornou as coisas bem mais fáceis para mim e para minha família. Não houve a preocupação de mudar meu filho de escola no meio do ano letivo e, além disso, pudemos equacionar os trâmites da mudança de forma bem mais fácil. Fizemos a mudança dos móveis, minha família foi para Minas Gerais de avião e eu fiquei encarregado de levar o carro e um de nossos gatos de Marabá até Belo Horizonte.

Obviamente, eu aproveitei essa longa viagem de carro de três dias para visitar confluências no caminho, ainda que a companhia do gato tenha impedido que eu visitasse confluências mais difíceis, uma vez que eu não poderia deixá-lo trancado sozinho dentro do carro para fazer longas e demoradas caminhadas no meio do mato. Fui obrigado, por isso, a me restringir às confluências mais fáceis, com caminhadas muito curtas ou sem nenhuma caminhada.

Na terça-feira, 18 de dezembro, de madrugada, eu levei meu filho, minha enteada e nosso outro gato até o aeroporto de Marabá, onde eles pegariam um voo para Belo Horizonte, com escala em Brasília. Voltei para casa para dormir um pouco e, por volta das 6 horas, acordei, tomei as providências finais de nossa mudança e iniciei o primeiro dia de viagem, no qual eu percorri 660 quilômetros, ao longo dos quais eu atravessei a balsa sobre o rio Araguaia, entrando no estado do Tocantins, e almocei na estrada. Cheguei a Palmas, destino final desse primeiro dia, quando ainda era por volta das 16 horas. Nesse dia, não houve visitas a confluências, uma vez que não encontrei nenhuma que se enquadrasse no critério acima citado, ou seja, que tivesse uma caminhada final muito curta. Hospedei-me em um hotel e saí para jantar em um shopping.

No dia seguinte, parti cedo de Palmas e, desta vez, havia uma confluência viável: a 12S 49W, localizada ainda no estado do Tocantins, próximo à divisa com Goiás. Segundo as fotos de satélite, era possível chegar de carro a cerca de 300 metros do ponto exato. Se o terreno fosse de fácil acesso, eu poderia deixar o gato trancado no carro (de preferência, embaixo de uma árvore) e caminhar os 600 metros de ida e volta em poucos minutos.

Entrei na cidade de Figueirópolis, que dá acesso à confluência, peguei uma estrada de terra que estava em boas condições e segui por 30 quilômetros. Conforme previsto, parei o carro a 330 metros do ponto exato, e encontrei uma árvore onde seria mais adequado estacionar. Deixei o gato trancado no carro, fiz a caminhada de ida, registrei a confluência, e fiz a caminhada de volta, o mais rápido possível. O mato estava aberto, fácil de caminhar, e demorei menos de 15 minutos.

Fiz todo o caminho de volta, parei em Figueirópolis para tomar um lanche, em substituição ao almoço, e segui viagem. Entrei no estado de Goiás e, quando cheguei ao Distrito Federal, já estava de noite. Considerando que em Brasília, destino final do segundo dia de viagem, eu tive de adiantar o relógio em uma hora, devido ao horário de verão, ao chegar ao hotel já era quase dez horas da noite. Como o shopping próximo ao hotel já estava fechado, tive de jantar dentro do quarto. Percorri nesse segundo dia 870 quilômetros.

Com esta visita, eu completo 10 confluências visitadas no estado do Tocantins. Devido à minha nova mudança de cidade, é bastante provável que eu passe um longo período sem realizar novas visitas nesse estado, e nem sei se um dia eu voltarei a realizar.

Esta narrativa continua na visita à confluência 17S 46W.

English

19-Dec-2018 -- On 8 December 2018, I completed ten years visiting confluences. During these ten years, I visited 125 confluences, an average of 12.5 confluences per year, or a bit more than one per month. The first year had the largest number of visits, with 20, and the ninth year had the smallest one, with 7. In this first decade practicing this hobby, I managed to visit at least one confluence in each one of 27 Brazilian states, and also visited confluences in France, Paraguay, Argentina, and Italy.

December 2018 has other important milestone. In this month, I made my forth change of city since I started to visit confluences. Then, from 2019, I will start a new sequence of visits in a region completely new to me. As I already cited in previous occasions, my periodic changes of city represent an important tool to expand my visited confluences list. If, during these ten years since I started to visit confluences, I had lived in the same city, certainly I hadn’t managed to visit 125 confluences.

When I started to visit confluences, in December 2008, I was living in Contagem city, Minas Gerais state. During one year and eleven months, up to November 2010, living in this city, I visited 31 confluences.

From November 2010, I lived in Poços de Caldas city, Minas Gerais state. During one year and four months, up to March 2012, I visited other 17 confluences.

From March 2012, I lived in Fortaleza city, Ceará state. During two years and seven months, up to October 2014, I visited other 30 confluences.

Finally, from October 2014, I lived in Marabá city, Pará state. During four years and two months, up to December 2018, I visited other 47 confluences.

Analyzing the average of visits in each city where I lived, Contagem registers an average of 1.3 visit per month, a bit larger than the other ones. This fact, associated with the already cited fact that in the first year I registered the largest number of visits, demonstrates that I had a big initial excitement with this hobby, and after I established a more consistent and sustainable rhythm, although less intense. The registered averages of other three cities where I lived was 1.1 visit per month in Poços de Caldas, 1.0 visit per month in Fortaleza and 0.9 visit per month in Marabá. Although these numbers are always decreasing, this decreasing is very smooth and indicate almost a continuous rhythm.

It's remarkable the fact that, regardless I lived more than four years in Marabá, I managed to maintain the rhythm. This demonstrates that, in the rhythm that I adopt, it lasts a lot of time up to all confluences relatively near my home run out. And, in fact, there was yet one last confluence relatively near my home in Marabá that I hadn’t visited yet: the 6S 47W, which I attempted in August 2015 but didn’t reach. If I have made this visit and have continued to live in Marabá, then I would probably decrease significantly my rhythm, due to lack of unvisited confluences relatively near my home.

The new change of city occurred during my vacations and also during the school vacations, and this made the things easier to me and to my family. There wasn’t the concern of change the school of my son in the middle of the school year and, besides of this, we could manage the change very easier. We made the change of furniture, my family went to Minas Gerais state by plane and I received the task of transport the car and one of our cats from Marabá to Belo Horizonte.

Obviously, I enjoy this three-day long trip to visit confluences on the way, although the presence of the cat avoided me to visit hard confluences, because I couldn’t leave it locked inside the car to make long and time-consuming hikes on the bush. Then, I must visit only easy confluences, with very short hikes or without any hike.

Tuesday, 18 December, at dawn, I took my son, my stepdaughter and our other cat up to Marabá airport, where they would take a flight to Belo Horizonte, with a connection in Brasília. I came back home to sleep a bit more and, about 6:00, I woke up, took the last preparations of your change and started the first day of trip, in which I drove by 660 kilometers, in which I crossed the ferry over Araguaia River, entering in Tocantins state, and had lunch in the road. I arrived at Palmas city, capital of Tocantins state, final destination of this first day, about 16:00. In this day, there wasn’t any confluence visit, because I didn’t find any confluence that matches the cited criterion, that is, a confluence with a very short hike. I checked in a hotel and had dinner in a mall.

On the following day, I left Palmas early and, this time, there was a confluence doable: the 12S 49W one, located yet in Tocantins state, near the line with Goiás state. According to satellite photos, it would be possible to go by car up to about 300 meters to the exact point. If the terrain were easily accessible, I could leave the cat locked in the car (preferably under a tree) and hike the 600 meters turn around in few minutes.

I entered in Figueirópolis city, which accesses the confluence, I caught a dirt road in good condition and headed by 30 kilometers. As previewed, I stopped the car 330 meters to the exact point and found a tree under which would be more adequate to park the car. I left the cat locked in the car, hiked up to the confluence, registered the visit, and came back, as quickly as possible. The bush was open, easy to hike, and I lasted less than 15 minutes.

I made all the way back, stopped in Figueirópolis to take a snack, replacing the lunch, and went ahead. I entered in Goiás state and, when I entered in Federal District, the night had already fallen. Considering that in Brasília, final destination of the second day of the trip, I must advance my watch one hour, due to day-saving time, when I arrived at the hotel it was almost 22:00. As the mall near the hotel was already closed, I must have dinner inside the room. I drove in this second day 870 kilometers.

With this visit, I completed 10 confluences in Tocantins state. Due to my new change of city, I will probably spend a long time without visiting new confluences in this state and I don’t even know if someday I will make a new visit on it.

This narrative continues on 17S 46W. visit.


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#1: Visão geral - general view
#2: Visão sul - south view
#3: Visão oeste - west view
#4: Visão norte - north view
#5: Visão leste - east view
#6: GPS
#7: Confluência 330 metros adiante - confluence 330 meters ahead
#8: Parei o carro embaixo de uma árvore - I stopped the car under a tree
#9: Meu companheiro de viagem - my partner in the trip
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