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the Degree Confluence Project
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Brazil : Bahia

21.9 km (13.6 miles) E of Ramalho, Bahia, Brazil
Approx. altitude: 470 m (1541 ft)
([?] maps: Google MapQuest OpenStreeMap ConfluenceNavigator)
Antipode: 14°N 136°E

Accuracy: 14.0 km (8.7 mi)
Quality: good

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#2: Carro atolado na areia - car bogged in the sand

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  14°S 44°W (visit #3) (incomplete) 

#1: Início do trecho mais difícil, a 17 km da confluência - start of hardest leg, 17 km to the confluence

(visited by José Eduardo Guimarães Medeiros, João Vítor Rodrigues Alves Medeiros, Simone Rodrigues Alves Medeiros and Sarah Caroline Rodrigues Alves Reis)

English

20-Jul-2019 --

Um compromisso em Brasília em uma segunda-feira me levou a gastar o fim de semana fazendo uma viagem um pouco maior até lá. Saindo de Montes Claros, ao invés de fazer o caminho mais curto até a capital federal, que consumiria um dia de viagem, decidimos fazer um desvio pela Bahia, para gastar o sábado e o domingo viajando e, ao mesmo tempo, ter a oportunidade de visitar novas confluências.

Saímos de Montes Claros no sábado, dia 20 de julho, por volta das 7h30min, e seguimos rumo ao norte. Atravessamos a divisa com o estado da Bahia e paramos na cidade de Urandi, para almoçar, por volta das 11h30min. Seguimos viagem pela Bahia, passamos pela cidade de Guanambi, atravessamos uma ponte sobre o rio São Francisco e chegamos à cidade de Carinhanha, onde tentaríamos visitar a confluência 14S 44W. Essa região da Bahia é caracterizada por gigantescas retas nas rodovias, e o trecho entre Guanambi e Carinhanha contém, provavelmente, a maior reta asfaltada em rodovias do Brasil, com 82 quilômetros. Passar por ela me lembrou de uma outra gigantesca reta pela qual eu passei, com 48 quilômetros de comprimento, entre as cidades de Ourinhos e Marília, no estado de São Paulo, sobre a qual eu comentei na narrativa da confluência 22S 50W.

Na cidade de Carinhanha, iniciamos o longo trecho em estrada de terra, de 45 quilômetros. Inicialmente, a estrada estava em condições muito boas, mas, quando estávamos a 17 quilômetros do ponto exato, teríamos que entrar em uma estrada de terra bastante estreita e com muita areia. Dada a grande distância ainda a percorrer, percebi que seria improvável que conseguiríamos chegar até o ponto exato. Tentamos, porém, seguir em frente, mas, pouco depois, o carro atolou na areia.

Nós tivemos uma experiência bastante difícil de atolamento na areia em março de 2015, quatro anos atrás, em nossa primeira tentativa de visitar a confluência 7S 48W, no Tocantins. Naquela oportunidade, conforme eu citei na narrativa, ficamos mais de quatro horas atolados, e só saímos graças à ajuda de uma caminhonete. Porém, aquela experiência também nos ensinou que não é muito difícil desatolar o carro da areia, agindo da forma correta. Naquela oportunidade, nosso erro foi seguir a sugestão de uma pessoa que tentou nos ajudar, chamada Altino, que disse que a melhor alternativa seria tentar seguir em frente, ao invés de recuar, sob o argumento de que a estrada estaria melhor dali em diante.

O problema desta vez, e que foi o mesmo problema da oportunidade anterior, é que o banco de areia, a partir de certo ponto, começou a encostar no fundo do carro, entre as rodas dianteiras, suspendendo as rodas e fazendo-as perder tração. Em uma situação como essa, a solução é remover toda a areia acumulada sob o carro, permitindo que as rodas voltem a ter tração. Mas, como o atolamento desta vez foi bastante leve, nem foi necessário fazer isso. Bastou arrastarmos um pouco a areia localizada exatamente atrás das rodas dianteiras, formando o desenho de uma rampa, e dar ré, com a ajuda de três pessoas empurrando o carro. A cada vez que fizemos isso, o carro recuou um pouco até atolar novamente. Tivemos que repetir o processo apenas três vezes e conseguimos sair do banco de areia. Não demoramos mais do que 10 minutos.

Vendo que, de fato, não seria possível insistir na tentativa de visitar essa confluência, fizemos o caminho de volta até Carinhanha e, dali, seguimos viagem até a cidade de Bom Jesus da Lapa, onde passaríamos a noite. Chegamos pouco antes do anoitecer, após atravessamos novamente o rio São Francisco.

Esta narrativa continua na visita à confluência 13S 44W.

English

20-Jul-2019 --

A duty at Brasília city in a Monday led me to spend the weekend making a greater trip up there. Starting at Montes Claros city, Minas Gerais state, we decided to make a detour along Bahia state, in order to spend the Saturday and the Sunday traveling and, at the same time, to have the opportunity to visit new confluences, instead of make the straightest way up to the capital of Brazil, which would spend only one day.

We left Montes Claros Saturday, July 20, about 7:30, and headed to north. We crossed the interstate line between Minas Gerais and Bahia and stopped at the Urandi city to have lunch, about 11:30. We headed by the state of Bahia, passed by Guanambi city, crossed a bridge over São Francisco river and arrived at Carinhanha city, where we would attempt to visit the confluence 14S 44W. This region of Bahia is characterized by its huge straights in the highways, and the leg between Guanambi and Carinhanha contains, probably, the bigger straight in a paved highway of Brazil, 82 kilometers long. Passing by it remembered me other huge straight that I passed, 48 kilometers long, between Ourinhos and Marília cities, in São Paulo state, about which I commented in the narrative of confluence 22S 50W.

In Carinhanha city, we started the long leg in dirt road, 45 kilometers long. Initially, the road was in very good condition, but, when we are 17 kilometers to the exact point, we must enter in a very narrow road with a lot of sand. Considering the yet big distance to win, I realized that it would be improbable that we would manage to arrive at the exact point. However, we attempted to go ahead, but, a bit after, the car bogged in the sand.

We had a very hard experience of bogging in the sand in March 2015, four years ago, in our first attempt to visit the confluence 7S 48W, in Tocantins state. In that opportunity, as I cited in the narrative, we stayed more than four hours bogged, and we only managed to quit due to the help of an SUV. However, that experience also taught us that it isn’t so hard to remove the car from the sand, making the right thing. In that opportunity, our mistake was to agree with the opinion of a person that tried to help us, named Altino, which said that the best alternative would be try to go ahead instead of go back, arguing that the road would be better thereafter.

The problem in this time, and that was the same problem in the previous opportunity, is that the sand, from a certain point, started to touch the underside of the car, between the front wheels, suspending them and causing them to lose traction. In this situation, the solution is to remove all the accumulated sand under the car, and allowing the wheels to recover its traction. But, as the bogging in this time was very light, even this wasn’t necessary. We needed just to drag a bit of sand located exactly behind the front wheels, making a ramp shape, and try to go back, with the help of three people pushing the car. Each time we make this, the car moved a bit and bogged again. We must to repeat this procedure only three times and managed to quit the sand. We spent less than 10 minutes.

Realizing that it wouldn’t be possible to insist on attempting to visit the confluence, we made all the way back to Carinhanha and, from there, we went ahead up to Bom Jesus da Lapa city, where we would spend the night. We arrived there a bit before dark, after crossing again the São Francisco river.

This narrative continues on 13S 44W.


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#1: Início do trecho mais difícil, a 17 km da confluência - start of hardest leg, 17 km to the confluence
#2: Carro atolado na areia - car bogged in the sand
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