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the Degree Confluence Project
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Brazil : Goiás

18.0 km (11.2 miles) ESE of Veríssimo, Goiás, Brazil
Approx. altitude: 769 m (2522 ft)
([?] maps: Google MapQuest Multimap world confnav)
Antipode: 18°N 132°E

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#2: East #3: South #4: West #5: GPS showing position #6: Kelly and Fernando at confluence

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  18°S 48°W  

#1: North

(visited by Kelly Resende, Fernando Resende and Bráulio Bennette)

16-Nov-2001 English

Narration : Kelly Resende Photos: Kelly and Bráulio Translation: Estevão Campos de Paiva

November, 15th. It was a holiday; I was planning to travel. Unfortunately, my trip was canceled. It would be totally impossible to spend my free day in Brasília. Therefore, I went to Catalão-GO in order to visit some of my relatives. I asked Cabral wether there was any confluence near this town. It would be a great opportunity to go for a walk.

We found out that the confluence was very close to Catalão. Having the decision made, I had talked to Cabral and he provided me with the confluence’s identifying plate and with other equipment. Moreover, he lent me the GPS. I had talked to my brother Fernando, and then I went to Catalão.

On Friday, 16th we went out of my sister’s house at nine. Bráulio, my brother-in-law, would like to go with us.

We went to the highway, which goes as far as Ipameri; and drove for 20km more. When we realized that the GPS was marking 18°S, we entered a non-paved road. We had the cars parked at a farm’s entrance, and then we started walking. We walked as far as the farm’s house, where we could find a married couple. They were extremly hospitable, which is common to happen in small farms. We explained that we would go for a walk, and only that. When we finally got the authorization, we kept on walking.

900m far from the confluence, and the way was relatively plane; inside a pasture area. We walked as far as a steamlet, which was bordered by a beautiful and preserved forest. Walking through a pasture used by the cattle, I realized that I had forgotten to mark the point where we had the cars parked in; which would probably difficultate even more. Then, I marked the point where we were at that moment in order to have at least one indicative point near the farm’s house.

Walking forward, we realized that we had precipitated when we crossed over the steamlet. We would have to go back to the other side of it. Since we did not want to go back by the same way, we looked for a point; where we passed over again. We went through a pasture. However, there were many cerrado trees and shrubs, thorns and flowers, too.

We were already at the confluence, and there were no problems, at all. It was in a place where cerrado and pasture were mixed together. We marked our being there and also took some pictures. Since the mission was completed, we started the way back.

We decided to follow our intuition, since we were not sure about the point location. We arrived at a big hill, in which there were some rolling rocks. In addition, there was few vegetation on it. Arriving at the top of the hill, we saw some corn and manioc farmings. In front of them, there was the farm’s house. We were received by a couple of dogs, which were a little bit irritated. However, both man and woman (the farm’s owners) came quickly to help us. We even received a bag full of mangos, and then we went away.

When we arrived at the car, we took some more pictures and also took out some insects from our body. We came back home, and had lunch still in time.

This conquering was really easy, but not less exciting. It was great to mark that The Walking Group had visited one more confluence.

More photos: http://usr.solar.com.br/~mcabral/caminhada/confluencia_18s_48w.htm

Portuguese

Texto: Kelly Resende Fotos: Kelly and Bráulio

Dia 15 de novembro, feriado. Minha viagem há muito planejada, foi cancelada. Ficar em Brasília no feriado não dá. Resolvi então ir para Catalão – GO, visitar alguns parentes. Pedi para o Cabral verificar no mapa se havia alguma confluência próxima a essa cidade, afinal seria uma ótima oportunidade para fazer uma caminhada.

Descobrimos que a confluência 18ºS 48ºW ficava muito próxima a Catalão. Decisão tomada, falei com o Cabral, que providenciou imediatamente a plaquinha de identificação da Confluência e me emprestou o GPS e demais tralhas necessárias. Consegui a adesão do meu irmão, Fernando e fui para Catalão.

Na sexta, dia 16, saímos da casa da minha irmã por volta de 9 horas. Mais uma adesão, meu cunhado Bráulio, que estava mesmo querendo fazer uma caminhada. Pegamos a rodovia GO330 que vai para Ipameri e seguimos por mais ou menos 20 Km, até zerar no GPS a coordenada 18ºS, entramos em uma estradinha de terra. Na entrada de uma fazenda, deixamos o carro e seguimos a pé. A estrada seguia por aproximadamente 1 Km até a sede da fazenda, onde encontramos um casal com a hospitalidade típica do interior, explicamos que iríamos fazer uma caminhada, sem entrar muito em detalhes. Autorização concedida, prosseguimos a caminhada.

Estávamos a uns 900 m da confluência. O caminho era relativamente plano, uma área de pasto. Caminhamos até um pequeno córrego, margeado por uma linda mata ciliar, muito bem preservada. Atravessamos em um local utilizado pelo gado. Nesse ponto descobri que tinha esquecido de marcar no GPS o ponto onde deixamos o carro, o que poderia fazer falta na volta. Marquei então o ponto onde estávamos naquele momento, para que tivéssemos pelo menos um ponto de referência, próximo à sede da fazenda.

Mais adiante descobrimos que nos precipitamos ao atravessar o córrego e teríamos que voltar para o outro lado. Não queríamos voltar pelo mesmo caminho, então entramos na mata e procuramos um ponto onde atravessamos novamente. Seguimos por uma área de pastagem, mas com muitas árvores e arbustos do cerrado, alguns espinhos e também flores.

Chegamos tranqüilamente à Confluência, um local onde pastagem e cerrado se misturam, cravamos nosso marco e tiramos as fotos. Missão cumprida, iniciamos nossa volta.

Decidimos seguir pela nossa intuição, já que o ponto no GPS estava um pouco deslocado. Saímos em um morro cheio de pedras soltas e com pouca vegetação. Quando chegamos no alto, uma pequena lavoura de mandioca e milho, algumas cercas e logo adiante a sede da fazenda. Dessa vez fomos recebidos por 2 cachorros um tanto irritados, mas logo os moradores vieram nos socorrer. Ganhamos ainda uma sacola de mangas, colhidas na hora, e fomos embora, agradecidos.

Chegamos no carro, tiramos mais algumas fotos, tiramos os carrapichos e voltamos para casa, ainda a tempo de almoçar.

Essa conquista foi bastante tranqüila, mas nem por isso menos empolgante, foi muito bom cravar a estaca do Grupo de Caminhada em mais uma confluência.

Mas fotos e detalhes: http://usr.solar.com.br/~mcabral/caminhada/confluencia_18s_48w.htm


 All pictures
#1: North
#2: East
#3: South
#4: West
#5: GPS showing position
#6: Kelly and Fernando at confluence
ALL: All pictures on one page (broadband access recommended)